Miguel Coelho anuncia pré-candidata a vice-governadora de Pernambuco

O pré-candidato do União Brasil ao governo de Pernambuco, Miguel Coelho, anunciou, nesta quinta-feira (30), o nome da deputada estadual Alessandra Vieira como pré-candidata a vice-governadora do estado.

Ela, que também é do União Brasil, tem 48 anos, nasceu no município de Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste, e está no primeiro mandato na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

O anúncio foi feito durante evento realizado pelo partido no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife, com a presença de lideranças do União Brasil em Pernambuco.

Miguel Coelho, ao anunciar a vice, elogiou a trajetória da correligionária e disse que a escolheu não como forma de “barganha política”, mas para que ela seja uma “vice-governadora protagonista”, caso a chapa seja eleita ao governo.

“A gente foi atrás de uma pessoa ideal para poder somar o que Pernambuco está precisando de mais urgente. Pernambuco precisa de sensibilidade, empatia, coração e, acima de tudo, resiliência e força. E a história de Alessandra se confunde com esses caminhos”, afirmou Miguel.

Atualmente, Alessandra Vieira ocupa o cargo de 4ª secretária da Mesa Diretora da Alepe. Ela foi eleita pelo PSDB, com 45.115 votos. Chegou a ser presidente estadual do partido, que tem a ex-prefeita de Caruaru Raquel Lyra como pré-candidata ao governo. Em fevereiro, rompeu com os tucanos e se filiou ao União Brasil.

A pré-candidata entrou na militância política aos 15 anos, no Agreste. Foi primeira-dama de Santa Cruz do Capibaribe entre 2013 e 2020, quando o marido dela, Edson Vieira, era prefeito. Em 2013, ocupou o cargo de secretária de Cidadania e Inclusão Social do município.

Miguel Coelho, que é ex-prefeito de Petrolina, foi o segundo pré-candidato ao governo de Pernambuco a anunciar o pleiteante a vice. A primeira foi Marília Arraes (Solidariedade), em 19 de junho, quando foi anunciado o nome do deputado federal Sebastião Oliveira (Avante).

Covid-19 ganha força com a vacinação estagnada

Mais de um ano depois do início da campanha nacional de imunização contra a covid-19, o Brasil ainda enfrenta dificuldades para tornar equânime a cobertura vacinal. A constatação é do MonitoraCovid-19, painel desenvolvido pelo Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). De acordo com a plataforma, a estagnação na aplicação das doses e a desigualdade na quantidade de pessoas atingidas entre regiões representam ameaças para o combate à doença.

Dados compilados junto às secretarias de Saúde das unidades da Federação mostram que, até ontem, 79,18% da população tinham o esquema primário — receberam a dose única ou duas doses do imunizante. O número representa quase 170 milhões de pessoas e faz o Brasil figurar entre os cinco países que, em valores absolutos, mais vacinou.

“A desmobilização da população em relação à gravidade da doença e a baixa procura de imunizantes em alguns locais e grupos populacionais proporcionam uma janela de transmissão da doença que pode trazer problemas ao sistema de saúde”, alerta a plataforma.

De acordo com o MonitoraCovid-19, o país teve três fases de vacinação. Na primeira, apesar dos poucos imunizantes disponíveis, houve uma busca grande devido ao cenário enfrentado na época, com altas taxas de infecção e de mortes. A segunda foi caracterizada por um equilíbrio entre oferta e procura, quando a cobertura vacinal avançou em todo o Brasil.

Mas, na terceira, o que se observa é a estagnação da cobertura e a redução na velocidade da imunização. Para Bruno Xavier, pesquisador do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict)/Fiocruz, a situação atual é fruto da desinformação.

“Se antes a gente via grupos com teorias conspiratórias, uma situação em que governantes e lideranças começam a fazer esse discurso traz uma insegurança para a população. Consequentemente, boa parte não busca se vacinar. Não se vê empenho do poder público”, lamentou.

Segundo a Fiocruz, a desigualdade regional é um dos fatores que emperram a vacinação. São altas as taxas de imunização no Sul e no Sudeste, sendo que Norte, Nordeste e Centro-Oeste têm áreas com baixa cobertura.

O uso político também prejudicou a vacinação, segundo o levantamento. A plataforma afirma que ao tentar acelerar a aplicação das doses para a população maior de 18 anos, prefeitos contribuíram para gerar calendários divergentes entre os municípios. Isso provocou um movimento de pessoas para outras cidades em busca dos imunizantes — e o consequente desabastecimento.

Informações por Diário de Pernambuco

Auxílio Brasil de R$ 600 aprovado em PEC Eleitoral não compra nem uma cesta básica

O aumento do Auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600 aprovado na quinta-feira pelo Senado não deve ter o mesmo efeito para as famílias como teve o Auxílio Emergencial pago no início da pandemia. Apesar de ser o mesmo valor, a inflação nesse período foi alta e deteriorou o poder de compra da população.

O pagamento do Auxílio Emergencial para tratar dos efeitos da pandemia começou em abril de 2020 e era no valor de R$ 600. Corrigido pelo IPCA do período, esse tíquete chegaria a R$ 719,40 atualmente.

Com o valor pago em abril de 2020 era possível comprar uma cesta básica nas principais capitais do país e ainda reservar um dinheiro para outras necessidades. Atualmente, isso só é possível em cinco das capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese).

De acordo com os dados, em abril de 2020 era possível comprar uma cesta básica com esse dinheiro em todas as 17 capitais pesquisadas, que inclui Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Campo Grande, Fortaleza, Salvador, entre outras.

A cesta básica mais cara era a de São Paulo, que chegava a R$ 556,25. Já a mais barata era em Aracaju, capital do Sergipe, onde a cesta custava R$ 401,37.

Na comparação com maio deste ano, último dado disponibilizado pelo Dieese, o Auxílio Brasil de R$ 600 não compra uma cesta básica na maioria das cidades pesquisadas. A cesta continua abaixo desse valor apenas em Aracaju, João Pessoa, Natal, Recife e Salvador e ainda assim todas acima de R$ 540.

Em capitais mais caras, é impossível comprar uma cesta básica com o auxílio. Em São Paulo, ela custa R$ 777,93, em Florianópolis, R$ 772,07 e em Porto Alegre, R$ 768,76.

As informações são do Folha PE.

Casa Acolhimento São Francisco tem vagas disponíveis para dependentes químicos de Salgueiro e Região

Gerenciada pela Comunidade Boa Nova, a Casa de Acolhimento São Francisco informou essa semana que está com vagas disponíveis para receber gratuitamente dependentes químicos de Salgueiro e região no Sertão de PE.

Podem ser acolhidos todos aqueles que queiram se livrar do vício em drogas lícitas, como o álcool e cigarro, e ilícitas, como maconha, crack e cocaína.

A casa, inaugurada em 2016, fica às margens da BR-116, no antigo CEPAMA. Faz parte das ações sociais da Diocese Salgueiro e busca reduzir a quantidade de pessoas dependentes de drogas em toda a região. No espaço os internos podem renascer para uma nova vida, mais próximos de Deus, sem necessidade de drogas para alcançar a felicidade.

Informações sobre como ser acolhido no local podem ser obtidas pelo número de WhatsApp (87) 9 9920-2054.

As informações são do Blog de Alvinho.

Programação do Festival de Inverno de Garanhuns: confira as atrações

Foi divulgada nesta quinta-feira (30) a programação do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), que terá sua 30ª edição, em coletiva de imprensa realizada pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) junto com a Prefeitura de Garanhuns. O evento ocorrerá de (15) a (31) deste mês (sendo cinco dias a mais do que em todas as edições até aqui) e contará com 800 atrações em 25 polos.

Entre os destaques do FIG, que não ocorreu nos últimos dois anos devido à pandemia de Covid-19, estão nomes como Gal Costa, Chico César em dueto com Geraldo Azevedo, Adriana Calcanhotto, Fafá de Belém, Margareth Menezes, Otto, Nando Reis, Pitty, Duda Beat, Baco Exu do Blues.

A programação começa no dia (15) de julho com uma noite de samba que reunirá no palco principal, Mestre Dominguinhos, Karynna Spinelli, Diogo Nogueira e Mumuzinho. A programação de shows segue pelos dias (16) e (17), apenas neste palco, até que há uma pausa e volta no dia (20).

No dia (21) haverá uma homenagem aos 30 anos do movimento manguebeat com nomes como Mundo Livre S/A, integrantes da Nação Zumbi, Siba, Cannibal, Fred 04, Isaar e Alessandra Leão.

Já no dia (22), o FIG contará com show de Simone, que lançou álbum com canções de compositores pernambucanos e receberá no palco as caruaruenses Isabela Moraes e Rogéria Dera, além da baiana Joana Terra. Na mesma noite, Lenine com SpokFrevo Orquestra e Jota Quest completam.

O Palco Pop também está repleto de grandes atrações, a exemplo do dia (23) de julho, com Banda de Pau e Corda, Ave Sangria e Otto, que apresentará o repertório de seu álbum mais recente, Canicule Sauvage.

Além dos palcos, o festival conta com espaços para teatro, cinema, cultura popular, fotografia, artesanato e outras linguagens.

Novidades

Pelo primeiro ano, serão oferecidas programações especiais e ações descentralizadas nos distritos de Iratama, Miracica e São Pedro, em Garanhuns, além da volta do Polo Castainho, no Quilombo Castainho (na zona rural do município).

Outro local que estreará nesta 30ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns é o Centro de Produção Cultural, Tecnologia e Negócios do Sesc-PE. O espaço recém-inaugurado no município vai receber uma série de atrações das linguagens de teatro, dança, gastronomia e audiovisual, assim como ações de formação e a Plataforma FIG.